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sábado, 30 de setembro de 2017

ASPEREZA / MALGLATECO

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áspero de pele à espera não sei de quê
corpo-lixa corpo-bomba
me movo dentro da insônia
quem sabe uma hora tombo
nada me dá conforto tanta coceira no lombo
parindo o poema torto
ganindo depois do parto:
tô fraco tô feio tô farto!

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mi haŭte malglata atende pri kio?
fajlila korpo bomba korpo
moviĝas mi tra sendormo
eble iam falonta
neniu komforto venanta
el tioma surlumba juko
mi tordan poemon akuŝas
bojetas mi post l’ akuŝo:
malforta malbela satega!